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Na Natureza Selvagem

outubro 7, 2011

“Se admitirmos que a vida humana possa ser regida pela razão, então está
destruída toda a possibilidade da vida.”

“Você não precisa de relacionamento humano para ser feliz, Deus colocou tudo
à nossa volta.”

(Alexander Supertramp)

“Os egoístas estão todos na fila acreditando e esperando para nos comprar mais tempo/ eu, percebo a cada suspiro, apenas tenho minha mente/ o norte é para o sul como o relógio é para o tempo/ há leste e oeste/ e vida por toda parte/eu sei que nasci/e sei que vou morrer/o entre isso é meu
eu sou meu/ e o sentimento/ foi deixado para trás/ toda a inocência perdida de uma vez/ mensagens importantes no olhar/não é preciso se esconder estamos seguros esta noite”.

(I am Mine – Pearl Jam)

Eu acredito que um dos grandes méritos do artista Paul Gauguin foi querer livrar-se de sua vida ordinária na Europa e mudar-se para o Taiti. Ele queria livrar-se dos condicionamentos causados pela sociedade e estar livre para criar, junto à natureza e os nativos que tanto admirava. Eu não gosto de suas pinturas, mas admiro sua personalidade. Engraçado é que Gauguin quando persegue esse ideal já não é mais um jovem rapaz.

Quando chegamos à idade dos vinte poucos anos, começamos a ter a real noção daquilo que realmente precisamos e daquilo que achamos que precisamos. E algumas pessoas talvez não tenham essa noção nunca. Eu lembro de quando eu tinha mais ou menos a idade de Christopher McCandless, eu  havia conseguido meu primeiro emprego e estava prestes a me formar na faculdade (eu entrei aos 17 e saí aos 22), e eu gostava de estudar filosofia e psicanálise e acabava de descobrir o maravilhoso mundo da arte contemporânea. Eu mal penteava o cabelo e minhas roupas eram muito velhas, o fato é que na época eu não ligava para isso, pois via que um leque variado de coisas me preenchia. Ontem eu assisti  “Na natureza Selvagem”, eu estava querendo assistí-lo há um bom tempo e sempre soube que o filme ultrapassaria minhas expectativas. É a história de Christopher McCandless, um jovem que decide levar uma vida livre, espiritualmente falando.

O verdadeiro Christopher McCandless/Alexander Supertramp  e Emile Hirsch (abaixo)  no filme “Na Natureza Selvagem”

Na abertura do filme, já temos uma demontração do que nos aguarda ao citar Lord Byron, um dos grandes ícones do Romantismo. E uma frase de Byron que remete à natureza no Romantismo:

“Há um tal prazer nos bosques inexplorados/Há uma tal beleza na solitária
praia/Há uma sociedade que ninguém invade/ Perto do mar profundo e da
música do seu bramir/ Não que ame menos o homem/Mas amo mais a
Natureza”

(Lord Byron)

E é esse Romantismo que preenche todo o enredo. Chistopher, adentra a natureza não como um espectador, mas com a noção de que ele mesmo é a natureza. E é nessa natureza, às vezes pitoresca em sua bela harmonia e muitas vezes sublime em sua impetuosa fúria que Chistopher irá viver.  Christopher/Alex é parte dessa natureza selvagem.

Sua idéia de viver em meio à natureza, somente com as roupas do corpo partiu de Thoreau. Dizem que o autor visitava tribos indígenas usando apenas a roupa do corpo, enquanto seus contemporâneos empunhavam armas de fogo. De fato, Thoreau chegou a viver na floresta, ancorado em sua subsitência como agricultor. Para ele era melhor se defrontar com fatos essenciais da existência, a descobrir na hora da morte que não tinha vivido. Chistopher/Alex vive de sua própria caça e da alegria de viver. Mas há toda uma melancolia nessa alegria, a acidez da descrença no homem.

“Dois anos ele caminha pela Terra. Sem telefone, sem piscina, sem animais de estimação, sem cigarros. Liberdade total. Um extremista. Um inusitado viajante cujo lar é a estrada. Fugiu de Atlanta. Não deseja voltar porque o Oeste é o melhor. E agora depois de dois anos de caminhada aproxima-se a grande e final aventura. A culminante batalha para matar o falso ser interior e vitoriosamente concluir a revolução espiritual. Dez dias e noites de comboios de mercadorias e de boléias trazem-no para o grande norte branco. Sem continuar a ser envenenado pela civilização ele foge e caminha solitário pela terra para se perder em meio à natureza selvagem.”

“Você sabe, falo de livrar-se desta sociedade doente… Sabe o que eu não entendo? Porque as pessoas, todas as pessoas, são sempre tão más umas com as outras. Não faz sentido. Julgamento. Controle. Todas estas coisas… De que pessoas estamos falando? Você sabe, pais, hipócritas, políticos, canalhas.”

( Christopher McCandless/Alexander Supertramp)

Chistopher McCandless segue seus autores preferidos, Henry D. Thoreau, Leon Tolstói e Jack London. Abre mão de sua real identidade, para assumir o codinome de Alexander Supertramp, renascido de uma existência fútil ancorada em bens materiais e relações humanas hipócritas. Alex, não faz parte disso. Abandona sua família, guardando rancor por estes terem mentido sobre fatos de sua existência. E como diz Alexander Supertramp, a felicidade só é real quando partilhada. Não se pode alcançar a felicidade contando mentiras para quem amamos.  Os pais de McCandless preferiam dar conforto financeiro e bens materiais, pois achavam que assim demonstravam amor e interesse pelo filho.  E tudo que McCandless queria era a sinceridade e a liberdade:

“Eu vou parafrasear Thoreau aqui … ao invés de amor, que dinheiro, do que
a fé, do que fama, que equidade … dê-me verdade.”

(Christopher McCandless/Alexander Supertramp)

A direção de Sean Penn é surpreendente, conseguiu produzir um excelente filme que jamais vou esquecer. O filme é baseado no livro de Jon Krakauer, um jornalista que sempre se identificou muito com a história e a personalidade de McCandless. O jornalista teve uma longa negociação até a família concordar em contar fatos sobre a vida de McCandless. E a trilha sonora de Eddie Vedder, que sempre admirei e sempre vou admirar como pessoa e como artista, é um dos melhores pontos estéticos do filme.

Quando assisti “Na natureza selvagem” percebi que não poderia ser outra pessoa a criar as músicas do filme. McCandless/Alex Supertramp também me faz lembrar de Eddie Vedder no mar no videoclipe de “Oceans” e me fez lembrar também de “I am Mine”, uma música que não faz parte do filme mas poderia ser a trilha sonora de Christopher McCandless/Alexander Supertramp.

Oceans

I am Mine

Into the Wild  (faz parte da bela trilha sonora do filme)

Outro excelente ponto do filme é o jovem ator Emile Hirsch, que interpreta um Alexander cativante, com todo seu empenho, físico e espiritual. E vejo que tenho boas lembranças dele interpretando o skatista (futuro punk) Jay Adams em Lords of Dogtown. Mas aqui Emile está em um papel dramático e prova que é um dos melhores atores jovens presentes na atualidade.

 

Mas há aquele momento fatídico do filme em que penso que McCandless abandona todos que o amam. E naquele diálogo tão belo entre ele e um senhor, que acaba virando seu amigo, o que brilha mesmo é a frase do idoso em sua longa experiência de vida:

“Quando você perdoa, você ama. E quando você ama, a luz de Deus brilha em você.”

Para quem viu o filme matar a saudade e para quem não viu ver o  mais rápido possível:http://fyeahintothewild.tumblr.com/

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25 Comentários leave one →
  1. outubro 21, 2011 1:48 pm

    Foi um dos melhores filmes que já, e vi muito bem acompanhado ❤ !

    Continue com posts desse tipo, mesmo que eles não façam tanto "sucesso". Com certeza atraem o melhor dos acessos.

    Beijos!

    • outubro 23, 2011 8:05 pm

      Obrigada pela parte do bem acompanhado! :* Também foi um dos melhores filmes que já vi, aqueles que mudam alguma coisa dentro de nós, talvez pela empatia com o personagem ou por algo mais que isso. Meu interesse com o blog nunca foi ter sucesso. Então continuarei a escrever sobre aquilo que acredito. Beijos!

  2. novembro 26, 2011 1:37 pm

    Helena, acho bonitas as obras de Gaugin no Taiti, não entendo de julgar técnica, mas emocionalmente, eu consigo ser transferida pra dentro da tela e participar da obra. E eu gosto quando isso acontece.
    Eu acho que não precisa ser necessáriamente jovem pra perseguir um ideal romântico – seja lá qual for. Tem coisas que a gente só percebe (ou só se livra) quando envelhece. Os jovens, por terem a vida à sua frente, serem naturalmente sonhadores, não terem amarras, arriscam mais, é mais comum atitudes drásticas, já os adultos, se eles partem para ir atrás de um ideal, é porque eles chegaram ao limite.

    Minha irmã é fã do Pearl Jam (de ser sócia do Ten Club e tudo), minha mãe também é fã, eu cresci ouvindo a banda, também sou fã. Eddie Vedder é meu ídolo masculino, admiro muito o talento e personalidade dele. Fomos nos dois shows da banda em SP e eu, bem, eu não assisti esse filme ainda, acredita? rsrsrs!
    A história é incrível, minha irmã me contou e você também escreveu divinamente sobre ela. Como o personagem também sou uma romântica e bem, há certos filmes que enrolo pra assistir porque sei que eles vão mexer comigo e alguns filmes mexem até demais, se é que me entende, chego a ficar deprê ou entrar em crise de “o que estou fazendo aqui, já está na hora de eu fazer algo parecido”. Aí, já viu né? Então, acabo deixando pra assistir depois. Mas a hora certa vai chegar, como tudo na vida!

    bjs!!

    • dezembro 20, 2011 2:25 pm

      Sana, desculpe a demora em responder. Eu gosto da personalidade de Gauguin, mas as obras não me atraem por um gosto pessoal. Quanto à técnica acho que não é mais cabível levar em conta na história da arte (isso é uma opinião minha), pois todos deram uma contribuição autêntica para arte moderna, acho que a de Gauguin foi respeitar o sonho, a natureza e as culturas diferentes da européia. Mas gosto é gosto, admiro seu gosto pelas obras do artista. E é exatamente isso, ser transferida pelo emocional da obra para dentro da tela, são poucos que conseguem isso (Gauguin consegue).

      Também acredito que não é necessário ser jovem para perseguir um ideal romântico e concordo com o que você escreve (tão poeticamente) sobre isso. Realmente os jovens tem mais coragem e os velhos por já conhecerem muito mais que nós, sabem que chegaram ao ponto que não é mais possível adiar o que desejam para si ou suas vidas. Sana, como sempre falo, seus comentários vão além do lugar comum, geralmente viajo no que você escreve, nas suas opiniões. E você escreve de maneira apaixonada, acho belo.

      Legal o gosto que vocês tem pelo Pearl Jam e a participação desse gosto em família. Realmente acho que o Pearl Jam marcou toda geração dos anos 90, fora que eles tem muito para falar sobre a vida, eu aprendo muita coisa com as músicas do Eddie Vedder. Agora, você deve ver esse filme! Tenho certeza que vai gostar muito. Mas digo uma coisa: ele mexe muito com a gente, profundamente. Eu fiquei com essa história na cabeça, fiquei pensando várias coisas sobre minha própria vida e as prioridades que colocamos e nem sempre são importantes. Enfim, tenho uma natureza romântica como a sua. Mas perca o medo, você não vai se arrepender. Beijos Sana!

  3. Stefânia permalink
    dezembro 14, 2011 1:13 pm

    Mantendo o que foi dito, também foi um dos melhores filmes que já assisti. Além de Chris McCandless citar e ler Thoreau, o que eu já amei, o amor que ele transpassa pela natureza e o ‘estar sozinho’ é fascinante! Além da produção artística do diretor, Sean Penn, que soube retratar realista e subjetivamente a ideologia e sentimentos de Chris… Por fim, o filme ficou totalmente verossímil com o livro. Melhor impossível!

    • dezembro 28, 2011 9:47 pm

      Oi Stefânia! Desculpe a demora em responder, adorei seu comentário. Realmente Thoreau é ótimo e a subjetividade com que Penn trata o Chris também é marcante. Concordo! Beijos!

  4. dezembro 20, 2011 12:03 am

    Oi Helena! Vim aqui ver se tinha atualização e ver se vc respondeu algum comentário meu. Eu tinha feito um mega comentário nesse post, será que vc não recebeu? Ou deu bug? O.o Noossa, não vou lembrar tudo que escrevi agora, mas foi uma história e tanto sobre minha relação com o PJ e sobre o port rsrs!!

    • dezembro 28, 2011 9:54 pm

      Sana, mandei uma mensagem para você no facebook sobre o atraso da autorização do comentário. 🙂

  5. Janaina permalink
    dezembro 22, 2011 6:26 pm

    Poxa você sumiu =/

    • dezembro 28, 2011 9:52 pm

      Oi Janaina! Desculpe o sumiço, mas estava cuidando da minha vida pessoal. Você não imagina o quanto minha vida mudou, isso impossibilitou que eu postasse com mais frequência. Mas em breve estarei de volta com mais postagens, minhas férias estão chegando. Beijos!

  6. Marcelo Rossafa permalink
    dezembro 27, 2011 11:13 am

    HELENA!!!

    “Você é de outro mundo”………..

    Cordialmente

    Mrcelo Rossafa

    • dezembro 28, 2011 9:49 pm

      Isso é bom ou ruim?! Rs… 🙂 Obrigada pela presença e comentário. Beijos!

  7. dezembro 31, 2011 12:19 am

    Oi Helena! Muito obrigada pelo o seu retorno. Sim, claro, vamos fazer parcerias sim! Já falei até isso para a Sana, quanto mais gente se unir, vai ser bem melhor, assim o alternativo e underground ganha força e mais espaço. Não escrevo só sobre isso, mais com certeza é um dos assuntos que mais curto falar. Aqui no Brasil é tudo muito difícil de se achar e o pouco q se tem é td desencontrado. Tô com umas ideias mas o problema é colocá-las em prática. É um saco ser sozinha e sem experiência, mas vamos ver em 2012. Bjkassssssss

    • janeiro 6, 2012 10:14 am

      Concordo com você. E adorei como você escreve no blog, é difícil encontrar blogs que são interessantes sem perder o conteúdo, que é o seu caso e o da Sana. Temos sim que ajudar o underground a ser reconhecido de uma maneira decente e ser menos distorcido. Além de outras coisas, a cultura de maneira geral não é valorizada no Brasil. Também costumo ter muitas idéias, tomara que todas nós conseguimos o que almejamos. Mas a união faz a força não é?! Beijos!

  8. janeiro 6, 2012 1:03 pm

    é, está me faltando um banner, não sei fazer. Vou ver se consigo na cabeçada, rsrsrs
    bjkassssss

    • janeiro 16, 2012 9:26 pm

      Faz com calma! O meu está feio, tô precisando modificar. Beijos!

  9. fevereiro 3, 2012 10:02 pm

    Olá Helena; assisti ontem o filme. E eu não consigo parar de pensar na história desse rapas. De pensar em questões sociais, capitalistas e as relações humanas, E hoje corri no google para saber mais. E aqui vc descreve tão bem. Parabéns.

    • fevereiro 15, 2012 7:00 pm

      Nil, obrigada por gostar. Esse filme me marcou muito profundamente, hoje é o filme que mais gosto. Eu também pensei durante muito tempo sobre ele, de certa maneira ainda penso. Tenho vontade de fazer como o Alexander Supertramp, mas acho que jamais serei corajosa como ele. Seus ideais são nobres, deve ter sido um grande ser humano.

  10. Davi Ricardo permalink
    agosto 13, 2012 1:38 am

    Parabéns pelo seu blog e também pelo filme que você (com brilhantismo, inteligência e criatividade), abordou! Na natureza selvagem é uma obra rara nos nossos dias!
    Sobre o filme, eu já o assisti muitas vezes, (e bota muitas nisso… Mais de 15 vezes pelo que me recordo), e sempre que o assisto novamente (e o fiz hoje mais uma vez. Somando a 16ª vez se não estou enganado) vejo, sinto e percebo coisas, elementos, fragmentos e uma atraente e fascinante ‘aventura’!
    Li o livro e tenho a trilha sonora também! E posso lhe dizer: Esse é o conjunto de uma obra prima, que ao menos para mim, será carregada por toda vida!!!
    Parabéns mais uma vez!
    Saúde e sucesso sempre!

    • agosto 15, 2012 1:53 pm

      Obrigada Davi! Esse filme é tão lindo, comprei para vê-lo várias vezes tão logo terminei de assistir o filme. Sempre que vemos “Na Natureza Selvagem” nossas reflexões ganham uma nova dimensão e tornam-se mais profundas. Eu concordo com você, são várias coisas, fragmentos e a atraente aventura, o filme é irresistível. É uma obra sem igual, completa. É tão bom perceber como um filme pode nos ensinar coisas, podemos aprender a ser pessoas melhores. É o que fica para nós. Saúde e sucesso para você também. Beijos!

  11. Alexandre morgado permalink
    agosto 23, 2012 10:19 pm

    ” o filme mudou á minha vida.

    jamais esquecerei…

  12. setembro 11, 2013 6:55 pm

    Helena, gostei de seu texto. Beijo.
    Confira o meu. É muito mais simples que o seu, mas acho que percebemos de modo próximo o filme. Beijo.

    http://blogardino.blogspot.com.br/2013/09/into-wild.html

  13. fevereiro 13, 2014 12:15 am

    Foi muito bom você ter falado deste filme. Ele é a síntese mais completa do romantismo burguês, da utopia absoluta, daqueles que se entopem de McDonalds e ficam babando para atitudes supostamente contrárias ao sistema.. A história real e a condição de sua morte não é exemplo de coisa alguma. É o escapismo mais tosco a que vi, ele não era um mártir, símbolo, ou coisa que o valha. Eu fico puto como a intelligentsia (não me refiro a você, que é brilhante) acadêmica esquerdolóide, socialistas belugas endeusam este i d i o t a. O capitalismo ri e vende tais figuras.

  14. carpointbh permalink
    março 18, 2014 3:41 pm

    Muito bom esse artigo. Li e me deparei com várias situações que somente uma obra como essa pode nos fazer sentir.
    A história de vida do “Supertramp”, em qualquer fase da vida que passamos, sempre tem algo valioso e desafiador a nos contar.
    É um filme que você pode assistir 100 vezes. No final da última reprodução, ao subirem as últimas letras, você fatalmente sentirá vontade de assistir, ler o livro do Krakauer, ou ouvir a trilha sonora. Mais uma vez… De novo, e de novo…
    Enfim, é algo arrebatador.
    Parabéns pelo blog!

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